FapUnifesp tem novo Diretor de Pesquisa

Aproximar a Fundação das coordenações de pós-graduação é uma de suas metas

São Paulo, 22 de julho de 2014 – A Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (FapUnifesp) tem um novo Diretor de Pesquisa. Ele é o Professor Associado, Livre Docente do Departamento de Obstetrícia, e atual coordenador da Pós-Graduação em Obstetrícia da Universidade, Nelson Sass. Seu nome foi indicado pela atual gestão da Fundação e foi aprovado, por unanimidade, durante a reunião do Conselho Curador da FapUnifesp, realizada em 30 de maio. “Ao ser convidado, me questionei se estaria apto para atender às demandas do cargo”, revela Nelson, ao se lembrar do momento no qual fora procurado pela Diretora Presidente da Instituição, Anita Takahashi. “Percebi, porém, que seria uma oportunidade para fomentar o desenvolvimento das pesquisas da Unifesp. Uma chance para me transformar num agente facilitador dos trabalhos científicos acadêmicos.

À frente da Diretoria de Pesquisa, entre outras ações, Nelson quer se aproximar dos programas de Pós-Graduação, realizando uma agenda de encontros para apresentar oportunidades e parcerias oferecidas pela Fap com o objetivo de apoiar a produção das pesquisas realizadas. “Esse é um trabalho de base para construirmos um círculo virtuoso de crescimento à Unifesp e às ações da Fundação.”

Por “círculo virtuoso”, Nelson entende uma ação de ganho conjunto a todos os envolvidos no processo das pesquisas. Ou seja, os pesquisadores são beneficiados por se inserirem numa estrutura profissional, de apoio e gestão logística para projetos científicos em andamento ou por vir. Por sua vez, a Fap consolida-se como espaço de expansão e diversificação à Unifesp. “A Fap é instância legalmente constituída, junto à Universidade, para auxiliar a comunidade acadêmica e suas mais diversas investigações científicas”, reflete.

Nelson tem em seu DNA profissional a marca da Unifesp. Toda sua trajetória profissional e estudantil aconteceu na Instituição. Como aluno, cursou a Escola Paulista de Medicina (EPM), entre os anos de 1977 e 1982. Posteriormente, a continuação de sua educação aconteceu, também, na Universidade. Ou seja, há 32 anos, período que possui como profissional, ele vive sua realidade e transformações. “Agora, tenho a oportunidade de estar do ‘outro lado do balcão’; de oferecer aos colegas pesquisadores, sobretudo à história da Unifesp, minha experiência e comprometimento com o desenvolvimento do ensino e pesquisa.”