Editora Unifesp é relançada na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Evento marcou a apresentação de sua livraria virtual, a Livraria Unifesp. A noite contou com a presença de autores da Editora, professores da Universidade e da Reitora da Unifesp, profa. Soraya Smaili. Durante a Bienal, quatro novas publicações chegam ao mercado

São Paulo, 29 de agosto de 2016 – A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo tem um significado especial para a Editora Unifesp. Após oito anos de existência como Editora Fap-Unifesp, a editora foi relançada, com novo nome e novos desafios, no primeiro dia da Bienal, em 26 de agosto. “A Editora Unifesp tem importante função em divulgar conhecimento. Estamos na Bienal dando o primeiro passo dessa caminhada, com nossa refundação”, comentou em seu discurso a Diretora de Publicação da Editora, profa. Cynthia Sarti.
Além do relançamento, foi inaugurada também a Livraria virtual da Unifesp. A plataforma www.livrariaunifesp.com.br tem obras do seu catálogo e publicações de editoras ligadas à Associação Brasileira de Editoras Universitárias, ABEU. “A livraria aproximará o leitor de ótimas publicações tanto da Editora Unifesp, como de outras editoras de excelência”, disse a profa. Cynthia.
Para a Diretora Presidente da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo, FapUnifesp, Jane Zveiter de Moraes, o relançamento da Editora aproxima, ainda mais, a Editora da Universidade. “Ter uma editora forte é fundamental para uma grande universidade”. Palavras repetidas pela Reitora da Instituição, profa. Soraya Smaili. “Como uma grande universidade, a Unifesp integra sua Editora”.
LANÇAMENTOS
O inicio da Bienal foi o momento para a apresentação de quatro novas publicações.
“Formas do teatro Comédia: A Obra de Oduvaldo Vianna”, de Wagner Martins Madeira. Neste livro, Madeira resgata Oduvaldo Vianna, um dos mais significativos nomes do teatro brasileiro. Analisa sua produção, recepção crítica e de público, que o autor teve em sua época. Explica, ainda, parte do esquecimento público de Oduvaldo.
“Lições para o Homem Casado”, de Leandro Alves Teodoro é outro lançamento. Nesta obra, a história de Portugal é contada, pela transição da sociedade feudal para a sociedade de corte, com a publicação de manuais de boa conduta destinados aos súditos do sexo masculino e redigidos por nobres e clérigos. Bem além de aconselhar os homens em relação a sua conduta, o que estava em jogo, à época, era moldar o súdito para um regime absolutista apoiado na igreja, possibilitando o controle estrito dos cidadãos e garantindo sua obediência.
“A História da democracia: Um Ensaio sobre a Libertação do Povo”, de John Dunn, foi outro lançamento. Considerado um dos pensadores políticos mais influentes do pós-guerra, John Dunn é movido por uma questão: saber como foi possível à democracia ocupar posição central nas práticas e intenções políticas e no imaginário dos povos.
Por fim, “Sociologia e Superfície: Uma leitura dos escritos de Siegfried Kracauer até 1933”, de Patrícia da Silva Santos, completa os lançamentos. “O profundo deve ser escondido. Onde? Na superfície”. Esse aforismo, de Hugo von Hofmannsthal, escolhido como epígrafe para Sociologia e Superfície, casa à perfeição com a postura analítica do intelectual judeu-alemão Siegfried Kracauer, cuja produção é objeto desse estudo.
A 24ª Bienal do Livro de São Paulo, vai até 4 de setembro, e está sendo realizada no Pavilhão de Exposição do Anhembi, zona Norte da capital paulista.
A editora Unifesp localiza-se na rua interna L049 da Bienal. Professores têm 50% de desconto na compra dos livros, sobre o preço original. Outras informações pelo: http://www.bienaldolivrosp.com.br